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terça-feira, 9 de julho de 2013

mudança

EStou postando de novo a mesma carta do Tarot de Osho, por que lendo com maior atenção percebi que tem tudo a ver com o que tenho passado. E com o que eu desafei nos posts passados.E de novo colocarei esse mesmo post. Mas com significativas diferenças.
Cafuné e Muita Luz .

Mudança

O símbolo desta carta é uma roda enorme que representa o tempo, o destino, o Karma. Galáxias orbitam em torno deste círculo que está em constante movimento, e os doze signos do zodíaco aparecem à sua volta. Na parte do centro da circunferência estão os oito trigramas do I Ching, e mais próximo do centro aparecem as quatro direções, cada qual iluminada pela energia do relâmpago. O triângulo giratório neste momento está apontado para cima, em direção ao divino e o símbolo chinês do yin e yang, macho e fêmea, o criativo e o receptivo, fica no centro.

A seguir, nesta descrição da carta chamada Mudança, mestre Osho passa a comentar o que ela significa quando alguém a escolhe no seu tarô: “Com frequência tem sido dito que a única coisa que não muda no mundo é a própria mudança. A vida está mudando continuamente, evoluindo, morrendo e renascendo. Todos os opostos tem um papel nesse vasto esquema circular. Se você se agarrar à borda, poderá ficar tonto! Avance em direção ao centro do ciclone e relaxe, sabendo que este estado também passará.

A vida segue repetindo-se despreocupadamente e - a menos que você se torne muito consciente - ela continuará se repetindo, como uma roda. Por isso é que os budistas chamam a isso de uma roda da vida e da morte - roda do tempo. Tudo se movimenta como uma roda: ao nascimento segue a morte, à morte o nascimento; ao amor se segue o ódio, ao ódio o amor; ao sucesso se segue o fracasso, ao fracasso se segue o sucesso. Basta olhar à volta...

Se lhe for preciso observar apenas por alguns dias, você perceberá um padrão se definindo: o esquema da roda. Em um dia, numa bela manhã, você se sente tão bem, tão feliz e, no outro dia, está chateado, tão infeliz, que começa a pensar em cometer suicídio.

Há apenas alguns dias você se sentiu tão cheio de vida, tão abençoado, que agradecia a Deus, pois você estava num estado de espírito de profunda gratidão, e hoje há um grande sentimento de inconformismo, e você não vê razão que justifique continuar vivendo... E essa alternância vai se repetindo, mas a gente não chega a perceber o padrão.

Uma vez que você perceba o padrão, pode libertar-se dele”.

Nesta carta do Tarô Zen de Osho, vemos com muita clareza a energia da espiral que tende a girar na mesma direção, nos levando para a luz infinita ou para a areia movediça das ilusões na qual ficamos presos para sempre.

Esta é uma perfeita imagem para descrever nossos padrões. Alguns deles, como por exemplo, o apego ao dinheiro - como se a vida só fosse possível para os ricos - nos leva a encontrar muita dificuldade em conectar oitavas mais altas de luz. A matéria é por si só densa, pesada, pregada na terra e no chão. Longe de mim, dizer que não precisamos dela. Precisamos sim. Ela nos mantém firmes na nossa missão na terra. Falo da obsessão, do desejo profundo de viver só para isso. Falo do desvario dos atos, até por vezes antiéticos, para realizar estes desejos de posse.

Não dá para ver as estrelas se tivermos nosso olhar fixado na terra.

Os padrões nos escravizam, nos paralisam, geram sentimentos e emoções que incomodam muito. A inveja, por exemplo, pode ser resultado de um padrão de comportamento. Quando quero tudo só para mim, quando só penso em mim e no meu próprio conforto, passo a olhar tudo que me rodeia como um objetivo que preciso perseguir.

Perceba como um sentimento de inveja apossa seu corpo, muda seu ritmo cardíaco, sua respiração, a sua temperatura corporal quando percebe que alguém tem aquilo que você quer e ainda não tem. E se for assim todos os dias, do mesmo jeito e com a mesma intensidade, acaba criando uma roda, uma espiral repetitiva que prende você e não deixa que você escape mais.

Se esta descrição faz sentido para você e neste momento um padrão individual salta do fundo do seu cérebro e ecoa no seu coração, sugiro que faça um exercício com imagens mentais como uma forma de trabalhar este padrão.

Mudar um padrão é talvez a tarefa mais árdua que podemos empreender. Mas vale sempre tentar encarar esta luta.

Então, vamos lá. Sentado, pés apoiados no chão, mãos sobre as pernas, respire lentamente três vezes e sempre de olhos fechados leve sua atenção para a intenção deste exercício que se chama:

Levando consciência e luz à escuridão

E veja, sinta, imagine, perceba ou ouça seus pés pisando sobre as folhas secas de uma floresta. Você leva em suas mãos uma poderosa tocha de luz. Ande por esta floresta até encontrar uma caverna. Entre nesta caverna e encontre lá no fundo dela vários elementos. Escolha um para representar o seu padrão. Repita mentalmente o nome deste padrão. Então imagine que captura este elemento da forma que lhe for mais conveniente e arrasta ela para fora da caverna. Então use sua tocha de luz para eliminar este elemento sentindo que, na verdade, está eliminando seu padrão. Sentindo-se vitorioso, imagine que levanta seus braços para os céus comemorando sua vitória sobre seu padrão. Respire e abra os olhos.

Importante: Faça esse exercício todos os dias ao acordar e antes de deitar por no mínimo três meses. Se estiver fazendo outro, espere que o ciclo dele acabe para começar este. 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

vazio. bobeira.
boba, eu.
eu devo estar doente. uma hora eu tenho muita vontade de mudar, de comecar a me cuidar.
acabei de pintar o cabelo, um cabelo que eu nunca penteava, acordava e amarrava, com um monte de fio branco, ta feio pra caramba o topo da cabeça tah vermelho :(
briguei com meu pai. motivos bestas. tenho explosoes assim, nao tenho paciencia, sinceramente acho q na verdade nao tenho ninguem, eu apenas to confirmando uma coisa . FOI UM GRANDE Erro ter nascido.
eu unca devia ter existindo ....
Mudança

O símbolo desta carta é uma roda enorme que representa o tempo, o destino, o Karma. Galáxias orbitam em torno deste círculo que está em constante movimento, e os doze signos do zodíaco aparecem à sua volta. Na parte do centro da circunferência estão os oito trigramas do I Ching, e mais próximo do centro aparecem as quatro direções, cada qual iluminada pela energia do relâmpago. O triângulo giratório neste momento está apontado para cima, em direção ao divino e o símbolo chinês do yin e yang, macho e fêmea, o criativo e o receptivo, fica no centro.

A seguir, nesta descrição da carta chamada Mudança, mestre Osho passa a comentar o que ela significa quando alguém a escolhe no seu tarô: “Com frequência tem sido dito que a única coisa que não muda no mundo é a própria mudança. A vida está mudando continuamente, evoluindo, morrendo e renascendo. Todos os opostos tem um papel nesse vasto esquema circular. Se você se agarrar à borda, poderá ficar tonto! Avance em direção ao centro do ciclone e relaxe, sabendo que este estado também passará.

A vida segue repetindo-se despreocupadamente e - a menos que você se torne muito consciente - ela continuará se repetindo, como uma roda. Por isso é que os budistas chamam a isso de uma roda da vida e da morte - roda do tempo. Tudo se movimenta como uma roda: ao nascimento segue a morte, à morte o nascimento; ao amor se segue o ódio, ao ódio o amor; ao sucesso se segue o fracasso, ao fracasso se segue o sucesso. Basta olhar à volta...

Se lhe for preciso observar apenas por alguns dias, você perceberá um padrão se definindo: o esquema da roda. Em um dia, numa bela manhã, você se sente tão bem, tão feliz e, no outro dia, está chateado, tão infeliz, que começa a pensar em cometer suicídio.

Há apenas alguns dias você se sentiu tão cheio de vida, tão abençoado, que agradecia a Deus, pois você estava num estado de espírito de profunda gratidão, e hoje há um grande sentimento de inconformismo, e você não vê razão que justifique continuar vivendo... E essa alternância vai se repetindo, mas a gente não chega a perceber o padrão.

Uma vez que você perceba o padrão, pode libertar-se dele”.

Nesta carta do Tarô Zen de Osho, vemos com muita clareza a energia da espiral que tende a girar na mesma direção, nos levando para a luz infinita ou para a areia movediça das ilusões na qual ficamos presos para sempre.

Esta é uma perfeita imagem para descrever nossos padrões. Alguns deles, como por exemplo, o apego ao dinheiro - como se a vida só fosse possível para os ricos - nos leva a encontrar muita dificuldade em conectar oitavas mais altas de luz. A matéria é por si só densa, pesada, pregada na terra e no chão. Longe de mim, dizer que não precisamos dela. Precisamos sim. Ela nos mantém firmes na nossa missão na terra. Falo da obsessão, do desejo profundo de viver só para isso. Falo do desvario dos atos, até por vezes antiéticos, para realizar estes desejos de posse.

Não dá para ver as estrelas se tivermos nosso olhar fixado na terra.

Os padrões nos escravizam, nos paralisam, geram sentimentos e emoções que incomodam muito. A inveja, por exemplo, pode ser resultado de um padrão de comportamento. Quando quero tudo só para mim, quando só penso em mim e no meu próprio conforto, passo a olhar tudo que me rodeia como um objetivo que preciso perseguir.

Perceba como um sentimento de inveja apossa seu corpo, muda seu ritmo cardíaco, sua respiração, a sua temperatura corporal quando percebe que alguém tem aquilo que você quer e ainda não tem. E se for assim todos os dias, do mesmo jeito e com a mesma intensidade, acaba criando uma roda, uma espiral repetitiva que prende você e não deixa que você escape mais.

Se esta descrição faz sentido para você e neste momento um padrão individual salta do fundo do seu cérebro e ecoa no seu coração, sugiro que faça um exercício com imagens mentais como uma forma de trabalhar este padrão.

Mudar um padrão é talvez a tarefa mais árdua que podemos empreender. Mas vale sempre tentar encarar esta luta.

Então, vamos lá. Sentado, pés apoiados no chão, mãos sobre as pernas, respire lentamente três vezes e sempre de olhos fechados leve sua atenção para a intenção deste exercício que se chama:

Levando consciência e luz à escuridão

E veja, sinta, imagine, perceba ou ouça seus pés pisando sobre as folhas secas de uma floresta. Você leva em suas mãos uma poderosa tocha de luz. Ande por esta floresta até encontrar uma caverna. Entre nesta caverna e encontre lá no fundo dela vários elementos. Escolha um para representar o seu padrão. Repita mentalmente o nome deste padrão. Então imagine que captura este elemento da forma que lhe for mais conveniente e arrasta ela para fora da caverna. Então use sua tocha de luz para eliminar este elemento sentindo que, na verdade, está eliminando seu padrão. Sentindo-se vitorioso, imagine que levanta seus braços para os céus comemorando sua vitória sobre seu padrão. Respire e abra os olhos.

Importante: Faça esse exercício todos os dias ao acordar e antes de deitar por no mínimo três meses. Se estiver fazendo outro, espere que o ciclo dele acabe para começar este. 
meu livro falado

tradiccao de okinawa

eu ler sobre abraham hicks
Vlog???


A Fonte

Esta carta se chama A Fonte e só de olhar para a ilustração da mesma você já sente a força que emana deste Sol Central.

Leia com atenção como o Osho descreve esta carta: “Esta carta nos lembra que existe um vasto reservatório de energia à nossa disposição. E que não é quando pensamos ou planejamos que nos ligamos a ele, mas quando pomos nossos pés no chão, quando nos centramos, e quando permanecemos suficientemente em silêncio para que o contato com a Fonte possa se estabelecer. Ela está dentro de cada um de nós, como um sol pessoal, individual, proporcionando vida e alimento. Energia pura, ela permanece pulsando, disponível, pronta a nos dar o que for que precisamos para realizar alguma coisa, e pronta para nos acolher de volta em casa, quando quisermos descansar.”

Vamos ler juntos como o mestre continua a descrever esta carta: “O Zen lhe pede que deixe de lado a cabeça e volte-se para a fonte primordial... Não é que o Zen não esteja a par dos usos da energia na cabeça; mas, se toda a energia for usada na cabeça, você nunca se dará conta da sua eternidade... Você nunca conhecerá, como uma experiência, o que é tornar-se uno com o todo.

Quando a energia fica restrita ao centro, pulsando, quando ela não está se deslocando para alguma parte, nem para a cabeça e nem para o coração, permanecendo na própria fonte de onde o coração a retira, onde a cabeça vai buscá-la, pulsando na própria fonte - esse é o significado exato do Zazen.

Zazen quer dizer apenas que, se você permanece na própria fonte, sem deslocar-se para parte alguma, uma força imensa se levanta, uma transformação de energia em luz e amor, em uma vida maior, em compaixão, em criatividade. Ela pode assumir formas variadas. Primeiramente, porém, você tem que aprender como permanecer na fonte. Depois, então, decidirá onde está o seu potencial. Você pode relaxar na fonte, e ela o levará ao seu próprio potencial”.

Para acessar esta fonte, dentro da escola Osho, você será aconselhado a meditar.

Porém, acredito que com exercícios feitos com as imagens você poderá também reconhecer sua Fonte e nela encontrar inspiração e repouso.

Se quiser tentar, sugiro que esteja sentado com os pés firmemente apoiados no chão, mãos pousadas sobre suas pernas, olhos fechados. Respire lentamente três vezes e leve sua atenção para a intenção deste exercício: contatar a sua fonte.

E sinta, imagine, perceba, ouça ou faça de conta que vê a imagem que sua mente tem deste grande sol central. Como é sua fonte de luz? O princípio de tudo? Ele tem forma? Tem cor? Tem vibração ou cheiro? Tome contato com esta imagem e aproxime-se dela. Sinta a sua emanação, a sua voz (se ela tiver) a sua força e a sua calma. E perceba no seu corpo como ela pulsa, enviando suas mensagens de inspiração, calma ou esperança.

Usufrua deste contato e sabendo que poderá voltar a ele sempre que precisar estar ligado ao Todo, respire e abra os olhos.

Se sentir que fica mais fácil imaginar depois que olha fixamente para esta carta, pode sim dar esta ajudinha para a sua mente.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

meditando

Já faz alguns dias que comecei a meditar e ouvir mantras no you tube antes de dormir.
E está sendo uma vivência interessante,e tem me despertado novamente a vontade
da busca espiritual mais intensamente.


ando fazendo meditações guiadas que encontrei no you tube.

Hoje deixarei algo que encontrei por "acaso" no blog da  Thais Marino

e claro, tinha que ter uma tartaruga =)

( uma coisa que tenho pensado bastante é em criar uma lista de 40 coisas para fazer antes dos 40)

e  começar a produzir um vlogger =b oO

***

A meditação é uma espécie de remédio - seu uso será apenas passageiro. Quando você tiver apreendido a qualidade, não precisará praticar mais nenhuma meditação em particular, pois a atitude meditativa é que deverá permear todos os cantos da sua vida.

Andar é Zen, sentar-se é Zen.
Qual será então essa qualidade? A pessoa passa a andar de maneira vigilante, alerta, alegremente, sem metas a atingir, centrada, com amor, deixando-se fluir. E o caminhar é despreocupado. A pessoa senta-se com amor, alerta, vigilante, desinteressadamente - sem estar buscando alguma coisa em especial, mas apenas desfrutando a beleza do sentar-se sem fazer nada, o quanto isso é relaxante, repousante...

Depois de uma longa caminhada, você se senta à sombra de uma árvore, e a brisa vem e o refresca.
A cada momento é preciso que a pessoa esteja bem consigo mesma - não empenhada em melhorar, cultivando alguma coisa, praticando alguma coisa.

Andar é Zen, sentar-se é Zen.
Falando ou em silêncio, movimentando-se, em repouso, a essência está à vontade. A essência está à vontade: esta é a idéia-chave. A essência está à vontade: esta é a afirmação-chave. Faça o que quiser, mas, no âmago mais profundo, permaneça à vontade, frio, calmo, centrado.

Osho The Sun Rises in the Evening Chapter 7

Comentário:

O Cavaleiro do Arco-Íris é um lembrete de que, exatamente como a tartaruga desta carta, nós também levamos conosco a nossa casa, aonde quer que vamos. Não há necessidade de apressar-se, não é preciso procurar abrigo em nenhum outro lugar. Mesmo quando mergulhamos nas profundezas das águas da emoção, podemos manter-nos abrigados em nós mesmos, imunes a dependências.

Há um momento em que você se prepara para deixar de lado quaisquer expectativas que tem cultivado a seu próprio respeito, ou a respeito de outras pessoas; prepara-se para assumir a responsabilidade por quaisquer ilusões que possa ter estado carregando. Nessa hora, não há necessidade de fazer nada, bastando repousar na plenitude de quem você é neste exato momento.

Se os desejos, esperanças e sonhos estão se tornando vagos, tanto melhor. Seu desaparecimento está abrindo espaço para um novo clima de tranqüilidade e de aceitação das coisas como são. Você irá sentir-se capaz de dar as boas-vindas a esse crescimento pessoal, de uma maneira que nunca esteve antes ao seu alcance. Desfrute essa sensação de diminuição do ritmo, de se aproximar do repouso, e de reconhecer que você já está em casa.